Paulo R. Diesel
Maio 30, 2009
Em alto mar
Navego em águas geladas.
O barco desliza
e as ondas
sacodem
a vela,
os cabelos ruivos
e a camisa branca que ela usa.
Os sentimentos que se
manifestam serenam
o efeito do vento.
Os olhos se encontram
as bocas se tocam
e o som de piano que ele ouve
é partilhado por ela.
O barco desliza
e as águas testemunham
o abstrato do momento
Não há mar
não há vento
não há onda
não há nada.
Entry Filed under: Poesia. Tags: Paulo R. Diesel, Poesia.
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1.
Rosangela | Maio 31, 2009 at 18:54
Imagino que o balanço das ondas serve de movimento ao amor que os uni…
Beijos poéticos
2.
Sônia | Maio 31, 2009 at 19:13
Então, você também escreve poesias?!
Que bacana…gostei muito!
3.
Francys Oliva | Maio 31, 2009 at 19:34
Que poesia deliciosa Paulo.
Fiquei com aquela estranha sensação de mãos vazias tentando agarrar o vento. Muito bom mesmo. Bjs
4.
Crys | Maio 31, 2009 at 20:23
Se o poeta cantou que é doce morrer no mar… então eu acredito que amar, deve ser divino!
Belos versos!
Então vc é poeta também?!?! Gostei de saber.
Beijo, Paulo
5.
Su | Junho 1, 2009 at 11:53
Que liiindoooo!!!^^
Eu senti o vento acariciar minha face e o aroma do mar perfumou todo o ambiente!!!
Lindo demais!!!!
6.
Paulo R Diesel | Junho 1, 2009 at 14:18
Obrigado Su, obrigado Francys .
O vento acaricia mas escapa de nossas mãos.
Beijo
7.
Madalena Barranco | Junho 1, 2009 at 21:34
Olá Paulo,
Belo romance movido à vela da poesia! Adorei.
Abraços.